Fair Share e Taxas de Rede Compulsórias
Propostas de cobrança de tráfego de provedores de aplicação em favor de concessionárias de telecomunicações e seus impactos na neutralidade e nos IXPs.
Um coletivo ágil, transparente e desburocratizado formado por engenheiros de redes, operadores de ASNs e administradores de infraestrutura para produzir pareceres e resoluções concisas sobre regulação e governança da Internet sob a ótica estritamente técnica.
Ciclo público, ágil e cronometrado: da consulta pública assíncrona (D+0) à audiência em live (D+7) e publicação oficial (D+10).
Entenda o ciclo →Validação por e-mail com 2 fatores: Nível 1 (Individual anonimizado), Nível 2 (NOC/SOC) e Nível 3 (Institucional via tcp179@).
Processamento automatizado de caixas postais para extrair matrizes de consenso, dissensos técnicos e catálogo de argumentos desduplicados.
Como a IA opera →Documentos concisos, versionados em Git, estruturados em Markdown e concebidos como hipertexto com links para fontes primárias.
Ver catálogo RFC →O canal direto entre os operadores da infraestrutura real da rede e os formuladores de políticas públicas.
Historicamente, os debates sobre telecomunicações, cibersegurança e soberania digital no Brasil são dominados por órgãos estatais, associações setoriais de provedores e big techs.
No entanto, os engenheiros de redes, operadores de Sistemas Autônomos (ASNs) e administradores de servidores — que configuram o BGP, gerenciam IXPs e mantêm os pacotes fluindo — ficavam sem um canal unificado e técnico para se manifestar com agilidade sobre projetos de lei e regulações.
O TCP179 é um coletivo leve e apartidário: sem burocracia de associações pesadas, sem processos eleitorais lentos e sem cadeiras corporativas compradas.
A legitimidade de cada resolução decorre da qualidade estrita da fundamentação técnica e da quantidade de endossos validados criptograficamente por profissionais e organizações da Internet.
Um rito público e rigoroso para produzir consensos técnicos em tempo hábil para influenciar o debate legislativo.
O Corpo Diretivo publica a página da pauta com ID sequencial (ex: RES-0001), sumário do problema, links de referência e o e-mail oficial dedicado.
Técnicos, operadores de ASNs, pesquisadores e engenheiros de redes enviam argumentos, análises de impacto e dados empíricos para a caixa postal da resolução.
Transmissão ao vivo com tempo rigorosamente cronometrado por participante inscrito. Ao término da live, encerra-se o recebimento de contribuições por e-mail.
O pipeline de IA processa o corpus de e-mails recebidos, gerando sumário executivo, matriz de consensos, matriz de dissensos e catálogo de argumentos. O Corpo Diretivo redige o texto final.
Publicação do documento definitivo no site no formato canônico estilo RFC. Abertura imediata do mecanismo de endossos criptograficamente validados (Níveis 1, 2 e 3).
Validado por token de 2 fatores enviado por e-mail, com proteção estrita de privacidade e janela de revogação de 48 horas.
Engenheiro, administrador ou operador apoiando a resolução em caráter estritamente pessoal. A privacidade é protegida com a ocultação permanente do domínio.
Apoio emitido pelo corpo técnico-operacional de um Sistema Autônomo ou empresa. Exibe publicamente apenas o domínio corporativo.
Endosso formal da organização detentora do ASN/Domínio. Exige ação deliberada da TI para configurar o redirecionamento do alias tcp179@.
Digite um endereço de e-mail abaixo para ver como o algoritmo criptográfico determina o nível de representatividade, a máscara pública de privacidade e o fluxo de 2 fatores.
https://tcp179.org.br/revogar?token=UUID para cancelamento em até 48 horas.Os principais temas contemporâneos de regulação e políticas públicas de infraestrutura sob a ótica dos operadores.
Propostas de cobrança de tráfego de provedores de aplicação em favor de concessionárias de telecomunicações e seus impactos na neutralidade e nos IXPs.
Impacto na distinção entre Serviço de Conexão à Internet (SCI / Valor Adicionado) e Serviço de Telecomunicações (STFC/SCM).
Impactos da imposição de pessoa jurídica e sede física nacional sobre protocolos abertos, nós federados (Fediverse/Matrix) e software livre.
Projetos de lei sobre segurança, redundância e licenciamento de estações de aterragem de cabos de fibra óptica submarinos.
Tentativas de enfraquecimento do modelo multissetorial do CGI.br e transferência de atribuições técnicas para a Anatel.
Riscos da intervenção legal direta em protocolos de roteamento dinâmico, servidores raiz, espelhos anycast e pontos de troca de tráfego.
Estruturação da Agência Nacional de Cibersegurança, reporte obrigatório de incidentes e proteção aos CSIRTs setoriais.
Regime Especial de Tributação para Data Centers, acesso à matriz de energia renovável e atração de infraestrutura de computação de alta densidade.
Projetos de zoneamento e leis ambientais municipais restritivas baseadas em mitos sobre ruído, água e consumo energético de centros de dados.
Riscos da fragmentação da rede global através de bloqueios BGP compulsórios, DNS raiz soberano e desconexões forçadas por agentes estatais.
Medidas de interceptação e bloqueio indiscriminado de blocos de IP e portas sem transparência de escopo técnico e sem devido processo público.
Dificuldades tarifárias e regulatórias para importação e homologação de roteadores de borda, switches ópticos e placas recondicionadas sem similar nacional.
Participe das consultas públicas enviando evidências e dados operacionais para as caixas postais dedicadas ou configure o alias tcp179@ no domínio do seu Sistema Autônomo para emitir endossos institucionais.